Cultura -
História
Dom, 20 de Maio de 2012 12:19
Foto cedida pelo Autor João Marcelo Ferraz de Campos.
INTRODUÇÃO....
Penso que o tempo pode não voltar mais. Se fizemos certo ou errado isso não tem importância, desde que claro, isso não tenha custado a vida de alguém... Mas entendo que sim, a vida pode voltar nas recordações, e como é bom recordar e ter saudades dos tempos idos, não é? Eu por exemplo uso minhas recordações para sempre avaliar tudo que já vivi. O tempo de fato não volta, mas podemos fazer dele nosso melhor aliado pra momentos futuros. Mas como ia dizendo, a vida é mesmo cheia de surpresas... E Há sempre alguém na vida da gente... Alguém que aparece sorrindo, alguém que nos deixa com a emoção á flor da pele ao nos fazer perceber o quanto temos em comum na história de vida, de realidades, de recordações... De tempos que marcaram nossas vidas! Tempos onde não nos preocupávamos com o que aconteceria amanhã, o que faríamos amanhã não tinha importância. Vivíamos e aproveitávamos o hoje. Sem preocupações, brigas e ilusões. Tempos onde achávamos que cair o braço da boneca seria a pior coisa que poderia nos acontecer. Não víamos maldade, nosso mundo era nosso quarto cheio de brinquedos, onde passávamos horas brincando de algo que hoje já não faria tanto sentido. Tempos onde tudo era maravilhoso, onde as cores eram vivas, os animais, as pessoas e até os instantes tinham mais valor. Por quê? Pelo simples fato de que não nos preocupávamos que tudo passaria, apenas aproveitávamos ao máximo tudo. Tempos onde todos eram amigos e as brigas não tinham efeito. Tempos onde éramos crianças e sabíamos dar valor à vida com simples atitudes que faziam parte do nosso dia-a-dia. Hoje restam apenas lembranças de uma época que nunca será esquecida, porque nessa época fizemos a melhor das descobertas: "A FELICIDADE".
( Lúcia Santos)
Biografia do Autor
João Marcelo Ferraz de Campos
Infância:
• Nasci na cidade de Jacareí SP, aqui no vale do Paraíba em 23/06/1960, porém fui registrado em 30/06/1960, portanto, a data oficial de aniversário.
• Segundo filho de Alice Bueno de Toledo Campos & José Waldir Ferraz de Campos.
• Com dois meses de idade, migro com a família para Adrianópolis. Minha mãe professora efetiva do estado de São Paulo, "escolhe cadeira" uma escola isolada, existente além do rio, defronte a oficina mecânica da Plumbum.
• 1966_ Apresento ao mundo escolar, o "pré-primário", com as brincadeiras de pintura e colagem, na casa da dona Cida professora, na "Vila do Alto".
• 1967_ Minha alfabetização, no Grupo Escolar "Adriano Seabra da Fonseca", primeira turma na cartilha "Caminho Suave", até então, tinha sido na cartilha " Patinho Feio".
• 1968/1969_ Segundo e terceiro ano escolar no Ginásio Estadual "Dr. Saddock de Sá", já na cidade de Adrianópolis- sede.
• 1970_Estudo no Grupo Escolar de Ribeira, preparando para o temido exame de "admissão", o qual permitia ingressar no ginásio.
Adolescência:
• 1971_ Retorno ao estado de São Paulo, precisamente ao Vale do Paraíba, fixando residência em São José dos Campos, cidade vizinha a Jacareí SP.
• 1971/1974_Curso o Ginásio no colégio do Lions Club, Ginásio Estadual "Dr. Mauricio Anisse Cury".
• 1975/1979_Curso o Colegial Técnico ofertado pela ETEP-Escola Técnica "Professor Everardo Passos", na especialidade Técnico Mecânico.
Adulto:
• 1979_Em setembro inicia a minha vida profissional, como estagiário, trabalho na Ethicon Suturas, subsidiária da Johnson & Johnson.
• 1980_Ingresso como funcionário do CTA-Centro Técnico da Aeronáutica, mais precisamente no IEAV-Instituto de Estudos Avançados.
• 1982_Transfiro para a EMBRAER-Empresa Brasileira de Aeronáutica, onde até o presente trabalho.
• 1984/1988_Estudo Arquitetura e Urbanismo na Universidade Brás Cubas em Mogi das Cruzes SP.
Atual:
- 2012_Casado desde 1988 com Maiara Comodo, também Arquiteta, temos dois filhos:
- Thiago Comodo de Campos (21 anos);
- Raphael Comodo de Campos (17 anos),
- Trabalha na EMBRAER na Engenharia de Peças de Reposição/ Catálogo Ilustrado de Peças.
São José dos Campos 21 de janeiro de 2012
email= jmarcelo_campos@yahoo.com.br
Tel Res= (12) 3921 4321 / Com (12) 3927 6736 & Cel (12) 8850 4543.
Introdução
Há pessoas e pessoas... Uns com alto grau de sensibilidade humana e outros 0% insensíveis: - Fato!
Pessoas com a emoção á flor da pele e outras petrificadas e sem nenhum sentimento! Inteligência todo mundo tem!
Mas sensibilidade, emoção, percepção e sentimentos são valores cultivados no dia- a -dia de quem sabe o que é viver!
Quem já viveu de verdade e sentiu na pele todas as emoções é que sabe recordar, relembrar e recontar em detalhes as "Histórias que a vida conta e que a gente escreve". É de pessoas assim, dotadas desses valores que eu gosto de conhecer! Gente que registra na memória suas vivências e aprendizagens, que repagina e compartilha suas experiências, que faz você sentir-se parte dessa História que é de todos nós! Gente que vai embora de Adrianópolis, mas deixa seu coração aqui arraigado no tempo, na história, nas pessoas, nos costumes e até nas comidas, nas autoridades daquele tempo, nas brincadeiras e diversões, naquilo que talvez para os padrões dos dias atuais seja considerado brega, desatualizado, fora de época. Mas para quem tem memória e coração é para sempre! Estou editando aqui, uma obra escrita por João Marcelo Ferraz Campos que tão bem descreve seus tempos vivenciados nessa nossa amada terra. Difícil mesmo é á gente não se sentir parte disso tudo! A esse sentimento eu chamo de "pertencimento".
Acompanhem:
Tema: "Sou do Tempo..."
I Parte
A força da tecnologia disponibiliza e proporciona resgatar o passado e vislumbrar o futuro. Ela trás o ontem para hoje e o amanhã para o agora.
Tenho minha história pessoal atrelada a este pedaço de chão. É verdade já a muito, longe da barranca do rio Ribeira e dos banhos no Carumbé.
Inicio pedindo permissão a vocês, Adrianopolitenses, pois a minha visão fotográfica, o filme que desenrola em minha memória tem como cenário, o Paranaí.
Cheguei aí em 1960, com dois meses de idade. Direto para a barranca do Ribeira, próximo à vila operária da Plumbum. Já fui rasgando o rio na canoa de “seo” Gabriel. Para minha mãe, professora, na escola isolada tomar posse.
Em poucos dias, meu pai já funcionário da companhia e minha mãe, em jornada integral dando aula, no período matutino no estado de São Paulo e no vespertino no Grupo Escolar Adriano Seabra da Fonseca, escola mantida pela Plumbum. Assim, neste cotidiano foi desenrolando e acontecendo minha história.
- Sou do tempo, das festas juninas com enormes fogueiras, promovidas na vila “do alto”.
- Sou do tempo, em que o grupo escolar mantido pela Plumbum, seria referência a qualquer escola atualmente. Tão bem dirigido pela dona Helga, a diretora. Apoiada por professoras comprometidas, como a Dona Rossio, Alvara, Cinira, Aparecida, Judith e tantas outras, incluindo também minha mãe, Alice.
- Sou do tempo, que datas cívicas eram respeitadas. Tínhamos os desfiles de 7 de Setembro, o qual era de uma organização e pompa sem igual. Posteriormente ao desfile ocorria a distribuição de “carnes de churrasco” a todos.
- Sou do tempo que todos os domingos íamos à missa. Da vila ”do alto” pegávamos o ônibus gratuito e descíamos à capela, próxima ao Grupo Escolar. Capela de uma beleza singular, com uma arquitetura ímpar toda feita em madeira, muito característico e comum à época.
-Sou do tempo em que passear nos finais de semana, era irmos, meu irmão, minha irmã e eu na DKW Vemag com meus pais, Waldir e Alice sentido vila Mota até a balsa de Itaoca, depois no retorno visitar o “seo” Alcy Melo em sua fazenda com a sua casa de pedra. Eu adorava o churrasco de cordeiro, o qual ele ora ofertava, e tão bem recebia-nos com sua esposa de qual o nome não me lembro.
-Sou do tempo, que biruta era o ”coador de pano” indicador da direção do vento instalado no campo de pouso existente entre o rio e a vila Mota.
-Sou do tempo, em que ser criança era ser livre, andar pela vizinhança, ser querido, recebido e reconhecido como filho da “dona” Alice e ou do “seo” Waldir.
-Sou do tempo que cinema era ao ar livre, todas as sexta feira lá na vila “do alto” com todos sentados nos degraus da cantina. Eu maravilhava com o seriado do Fash Gordon, precursor dos já não tão modernos, Jornadas nas Estrelas.
-Sou do tempo, que sábado era dia de faxina, tirava-se o tapete da sala, debruçando-o no gradil de madeira da varanda, coisa característica das casas. Então era um passar de gasolina no assoalho e um lustrar com escovão, num contínuo vai e vem.
-Sou do tempo, no qual era possível conhecer pessoas tão dignas, austeras, zelosa para com sua prole, como a dona Aracy, mulher do seu Cassiano. Mas também de uma generosidade para com os outros, trago ainda no meu olfato o delicioso cheiro dos sonhos recheados com doce de banana, os quais, ela sabia tão bem preparar.
-Sou do tempo, que carpinteiro era também marceneiro, como o “seo” João Fischer. Até a bem pouco tempo tínhamos exemplares de sua obra, duas camas por ele projetadas e executadas, com seus pés inclinados, autêntica arte retro.
-Sou do tempo, que Campeiro era um enorme cachorro, de pelagem amarela, parecido com um Labrador. Adorava perambular pela cantina, ou ficar próximo da sala do seu Quinzinho, chefe do transporte.
- Sou do tempo, que médico era o Dr. Barcik. Um homem que jamais poderia ser esquecido. Dedicou sua vida ao bem estar dos mineiros e populares.
-Sou do tempo, de “seo” Hilário, um espanhol especialista em mineralogia. Pai do Zé Carlos pia amicíssimo de meu irmão Zé Waldir, o qual possuía um cachorro “policial”, de pelos encaracolados, chamado Crush.
No início de 1967, sou apresentado e levado para o Carumbé.
Meu avô paterno, José Pereira de Campos tinha vendido sua fazenda aqui no Vale do Paraíba, no estado de São Paulo. Então ele e meu pai, José Waldir Ferraz de Campos, vão os dois empreender o que chamo de: A Criação e Desenvolvimento da Bacia Leiteira do município de Adrianópolis.
Então deixamos a mina de Panelas e mudamos para a fazenda Carumbé, adquirida da família Mottin. A fazenda tem o mesmo nome do ribeirão que vem lá da Serra, além da entrada do Rocha, serpenteado a estrada de Curitiba. É a caracterização física de divisa entre a fazenda Carumbé, as terras de um italiano, o qual o nome não recordo e o sítio do Benjamim Fogaça.
-Sou do tempo, que o leite diariamente coletado dos sertões de Itaoca, Descampado e Epitácio e outras regiões, vinham pernoitar na câmara fria da fazenda. Para na aurora do dia seguinte “seo” Alberto ou seu irmão Manoel transportar para a cooperativa em Curitiba.
-Sou do tempo das estradas de terra, porém muito bem conservadas com saibro e niveladas constantemente pela “patrol”.
-Sou do tempo, que o asfalto era só cruzando a ponte com seus dois arcos paralelos, unindo o Paraná a São Paulo.
-Sou do tempo, do tráfico intenso de caminhões. Do frenesi dos Ford e Chevrolet de quatro faróis e ainda com carrocerias de madeira, transportando o minério do Rocha para a mina de Panelas. -Sou do tempo, das "tombeiras" como eram chamadas as poucas basculantes. Lembro especialmente de uma, da marca FNM, na cor amarela e preta pertence ao DER. Esta trazia diariamente estudantes moradores no alto da serra, além da bifurcação para o Epitácio, sentido Curitiba.
-Sou do tempo, que uniforme escolar era um guarda-pó branco e congas nos pés.
-Sou do tempo, que ainda não existia a praça. Somente um enorme terreno, com um relógio de sol em frente ao portão do Grupo Escolar Dr. Saddock de Sá.
-Sou do tempo, que iniciávamos nossas atividades escolares diárias, no pátio interno do colégio, em ordem unida, rigorosamente perfilados cantando o Hino Nacional.
-Sou do tempo, que lá do alto da Igreja ou do portão da escola, podia se ver já no plano, o posto de gasolina do Hilmo Mottin (pai do João Helder), teimosamente branco com seus contornos em vermelho, ostentando a bandeira "ESSO".
-Sou do tempo, que com pouco caminhar sentido Curitiba, alcançávamos o sítio do Benjamim Fogaça, onde me divertia vendo a força da agua, movendo o monjolo e a roda d'agua.
-Sou do Tempo, que para acessar cidades além de Apiaí, somente nas madrugadas das segundas quando o ônibus da aviação Penha saia da praça da cidade de Ribeira.
-Sou do tempo, que telefone era só no posto telefônico de Ribeira.
-Sou do tempo, das campanhas de vacinação. Onde era notório o profissionalismo, o desprendimento e a determinação de dona Bela e sua equipe.
Aliás, aproveito para registrar e ratificar, mesmo in memoriam, os maiores e melhores sentimentos de respeito e gratidão de nossa família para com a família Tramontin.
- Sou do tempo, que televisão era sonhos de alguns poucos loucos, como o Urano que instalou a primeira "antena rômbica", repetidora de sinais de TV para a cidade. No morro em frente à encruzilhada de Curitiba para a Plumbum.
-Sou do tempo, em que aos domingos muitos se reuniam no ribeirão Carumbé, no "poço da ponte" para democraticamente se banhar, pois o calor nesta terra é presente. Pouco abaixo, muitos traziam seus carros para lavar. Era tudo uma enorme festa.
-Sou do tempo, que onde hoje existe a captação de água para a cidade (SANEPAR) era um "olho d'agua" pertencente à chácara da mãe do Fernando. Aliás, lembro que eles cultivavam abelhas, com a cera ele esculpia maravilhosas réplicas de calhambeques.
-Sou do tempo, que a política era bipartidária, existia a ARENA e o MDB. O Hilmo Mottin e o Antônio de Souza (pai do Sidival), como líderes políticos apoiaram um deputado chamado Kielse. O governador era o Paulo Pimentel.
-Sou do tempo, que Valdemar e Jairo, eram dois irmãos moradores próximo da cabeceira da ponte do rio Carumbé, irmãos da Anita, tinham como padrasto um senhor que era policial florestal. O qual adorava cavalos e era criador de passarinho, Azulão. Muitas noites os dois irmãos, vinham à minha casa assistir TV. Envergonhado, preferiam ficar sentados na varanda, através do vitraux assistindo.
-Sou do tempo, que após as missas nas manhãs de domingo, reuníamos no bar em frente ao sobrado do Mottin. Lá um dos filhos do dono do bar, conhecido por "tupãzinho" coordenava para que, caminhando alcançássemos um campinho de terra batida, bem atrás carpintaria. Ou então seu irmão nos levava de camionete pela estrada da Plumbum, até a encruzilhada do Descampado onde existia um campo.
-Sou do tempo, que para alcançar o Epitácio pelo caminho do Descampado, era necessário atravessar o Ribeirão Grande, pois ponte ali não havia.
-Sou do tempo, em que colegas estudantes, moradores no arraial onde existia a venda do Antônio de Souza, muitas vezes optavam em não esperar o ônibus. Então, atreviam-se em fazer tão boa caminhada. Destes, eu lembro o filho do próprio Souza e uma menina, estudante na época na minha classe, a Maria da Luz. Seu pai também comerciante possuía uma venda no pé do tope do morro, de frente para a bifurcação para o Descampado e campo de futebol. -Sou do tempo, que o campo de futebol era de terra batida. Lá percebi a força da colônia italiana e sua paixão pela pelota, ouvi muitas vezes palavras como "golo" e "off- side"
-Sou do tempo, de reencontros. Agora dona Aracy, seu Cassiano e seus filhos, Vavá, Preto, Chito, Nenê, Diógenes estão morando em Paranaí. Um pouco antes da "praça" próximo da farmácia do Walmor e do Açougue.
-Sou do tempo, em que alguns domingos de verão, minha casa enchia-se de amigos, tais como, o Dr. Otto e família, Dr. Marcos Zacarelli e família, dona Bela e "seo" Acácio e tantos outros, para um churrasco e banhos no Carumbé.
-Sou do tempo, em que chamava garoto de "pia" e refrigerante de "gasosa".
-Sou do tempo, em que ao entrar no bazar do(BENEDITO) Marques, onde minha mãe comprava produtos de armarinho, ficávamos maravilhados ao ver bolas e brinquedos dependurados, numa profusão colorida de cores.
-Sou do tempo, em que no campo de futebol de Ribeira, já gramado, localizado bem atrás da cadeia via-se pelos barrancos, muita gente sentada de cócoras cada qual com seu radinho de pilha ouvindo o locutor dizer "Palinha, o conhaque das multidões" e não menos atentas ao clássico local, de um lado o Fronteira, com seu uniforme alviverde e de outro a Associação com o seu alvinegro. Penso que aí, despertou a minha paixão pelo Corinthians.
-Sou do tempo, em que diariamente minha mãe ao volante do DKW, nos levava a escola. Sem nunca negar carona a alguns de muitos outros alunos, facilmente identificados pelo guarda-pó branco, caminhando em fila indiana a beira do caminho.
-Sou do tempo, em que nas noites de verão meu pai sentado da varanda mirando a leste, adorava ver o levantar da lua cheia refletindo sua luz nos coqueiros e pedras no alto do morro.
-Sou do tempo, da consciência que esta dimensão representa o finito. No final de 1970, meu avô, decide vender o Carumbé, para um fazendeiro lá das bandas de Itaoca, seu nome Januário Tranin. Que mundo pequeno, sua origem é daqui de Jambeiro, município vizinho a minha cidade, São José dos Campos - SP.
Em fim, sou do tempo... De Paranaí!
Autor: João Marcelo Ferraz de Campos
Encerro esta edição com elevados votos de estimas e consideração, por ser privilegiada ao ter encontrado através das redes sociais -
(face e do site http://www.afolhadeadrianopolis.com.br/ o Sr. João Marcelo Ferraz de Campos que também é um de nós).
Mais uma pessoa que me dá a oportunidade de editar mais uma das páginas da nossa história através do site da Folha de Adrianópolis .
Muito obrigado!
Lúcia Santos – Editora.
Fotos dos bons e velhos tempos de PARANAÍ:
Fazenda Carumbé-família Ferraz de Campos-1968.Foto cedida pelo autor.
Ponte e Rio Carumbé-1968.Foto cedida pelo autor.
Plumbum-Casa do DR OTTO-1968.Foto cedida pelo Autor.