An error occured during parsing XML data. Please try again.
previsão completa >>
Comunidade do Orkut Twitter Facebook Vimeo YouTube Feed RSS 2.0 Cadastre seu e-mail para receber nossas últimas notícias

Ecologia

Meio ambiente - Ecologia

O secretário do Meio Ambiente e Recursos Hídricos, Jorge Augusto Callado Afonso, lançaram nesta terça-feira (30), em Curitiba, a cartilha Gestão Socioambiental Participativa: caminhos para construir um Plano Municipal de Meio Ambiente. O lançamento aconteceu durante a segunda etapa de formação do Programa de Capacitação de Gestores Ambientais Municipais (PNC Paraná), que recebe até o dia 10 de dezembro, mais de 500 técnicos e profissionais da gestão ambiental de municípios que correspondem às bacias hidrográficas de Alto Iguaçu, Médio Iguaçu, Alto Ivaí e Alto Tibagi. Do município de Adrianópolis , participaram  do evento  04 pessoas, sendo 03 que fazem parte do CMMA(Conselho Municipal de Meio Ambiente e a Secretaria –Lúcia Santos.O evento ocorreu em dois dias no Hotel NIKKO em Curitiba.

O objetivo dessa segunda fase é formar gestores para elaboração dos Planos Municipais de Meio Ambiente e para a formação de conselheiros municipais de meio ambiente. 'A partir do PNC Paraná a política pública de meio ambiente não será mais a mesma no Estado. O programa construiu um processo democrático de mobilização social que só está começando, sobretudo, que vem assegurando as boas práticas da gestão ambiental embasadas nos saberes locais. Que a sociedade veja o PNC Paraná não apenas como um programa de Governo, mas como uma política pública de Estado', afirma.

O secretário entregou a primeira cartilha para uma mulher apontando a importância do diálogo entre a questão de gênero e meio ambiente. Ele também falou sobre participação da juventude e da comunidade na construção dos planos de meio ambiente.

De acordo com a coordenadora do PNC Paraná, Débora Albuquerque Souza, embora esse encontro seja especificamente para gestores municipais de meio ambiente, é de extrema relevância que movimentos sociais de diferentes segmentos da sociedade participem da construção dos Planos de Meio Ambiente de seus municípios. 'É a partir de um plano que garantiremos a qualidade de vida da biodiversidade e da população local de cada região do Paraná', ressalta.

O Programa é uma ação conjunta com o Ministério do Meio Ambiente para o fortalecimento do Sistema Nacional de Meio Ambiente (Sisnama) que visa estruturar nos municípios brasileiros um Sistema Municipal de Meio Ambiente para consolidar as políticas socioambientais do país. O PNC Paraná é coordenado pelo Governo do Paraná através da Secretaria do Meio Ambiente e Recursos Hídricos (SEMA) CARTILHA - A cartilha é fruto de um trabalho coletivo que envolveu mais de 1.500 pessoas num processo de organização e fortalecimento sobre as políticas públicas na área ambiental. Além de receber subsídios para a elaboração do Plano Municipal, os gestores encontrarão uma síntese sobre os principais instrumentos de gestão socioambiental como Agenda 21, Energia, Educação ambiental, Recursos Hídricos, entre outros.

A cartilha apresenta também exemplos de como os órgãos responsáveis pelo meio ambiente nos municípios podem criar e/ou fortalecer o Conselho Municipal de Meio Ambiente e o Fundo Municipal de Meio Ambiente, além de relacionar os planos municipais ao Plano Diretor do município.

A publicação será distribuída para todas as Prefeituras dos 399 municípios do Paraná e já está disponível no site do PNC, através do endereço: www.pnc.meioambiente.pr.gov.br .

Meio ambiente - Ecologia

Educação Ambiental

 A Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Turismo de Adrianópolis , visa implementar a Lei 9.795/99 e promover o desenvolvimento da Educação Ambiental em um processo permanente de formação e de busca de informação voltada para a preservação do equilíbrio ambiental, para a qualidade de vida e para a compreensão das relações entre o homem e o meio bio- físico, bem como para os problemas relacionados a estes fatores. Assim como, subsidiar os educadores para que, a partir de uma compreensão crítica e histórica das questões relacionadas ao meio ambiente, possam por meio do tratamento pedagógico e orientados pelas Diretrizes Curriculares da Rede Pública de Educação Básica do Estado do Paraná, construir a identidade da Educação Ambiental nas Escolas da Rede pública Municipal.

Todos nós desejamos viver num mundo melhor, pacífico, fraterno e ecológico. Porém, as pessoas, normalmente esperam que esse mundo melhor comece no outro. Sempre ouvimos pessoas falando que têm boa vontade para ajudar, mas como ninguém as convida para nada, nem se organizam, então podem contribuir como gostariam. Pessoas assim acabam achando mais fácil reclamar que ninguém faz nada, ou que a culpa é dos governantes ou empresas, mas não perguntam - se quem está fazendo sua parte. A mudança dessa maneira de pensar só será realizada por meio de uma educação ambiental concreta e eficiente. Que não só trate de maneira teórica e abstrata sobre temas ecológicos, mas que envolva educandos, que lhes proporcione o saber instrumental necessário à construção de um mundo melhor, que desperte interesse para uma atividade e consciência ecológica que vá além da sala de aula. Essa é a proposta que a SECRETARIA MUNICIPAL DE MEIO AMBIENTE DE ADRIANÒPOLIS vem propondo ao dar início á Implantação das "Agendas 21 Escolares" , que deverá ter início neste mês de setembro com encerramento previsto com um seminário Municipal Infanto-juvenil no final de novembro, no qual , todas as Escolas Municipais e Estaduais de Adrianópolis, deverão expôr as problemáticas levantadas nas escolas e no entorno das mesmas, para em parcerias aos órgãos competentes buscar soluções.
Essa atividade será compartilhada  com os educadores , pois  seu conhecimento e experiência na formação de uma nova geração de seres humanos é de suma importância para a formação integral de nossas crianças.

É um trabalho que irá envolver as comunidades, tanto nas áreas rurais e urbanas. Sem Educação Ambiental, não teremos uma educação completa. Não basta apenas ensinar a ler, a escrever, a dizer por favor, com licença, obrigada,ou levantar-se para dar o lugar a um idoso no ônibus por exemplo se não incutirmos na cabeça destas crianças que ai estão, a questão da educação ambiental, claro que tudo isso é necessário sim para a formação d a cidadania  consciente, para  que conheçam seus direitos e deveres , mas é preciso ir mais além, principalmente que se invista mais na Educação Ambiental.

Essa é a proposta que teremos daqui pra frente! Vamos contar com a parceria da Secretaria Municipal de Educação que já vem desempenhando uma educação de qualidade e com a boa vontade e empenho dos nossos educadores nas escolas, envolvendo a comunidade local, os alunos.
Estaremos agendando nossa visita em cada escola ,onde daremos o ponta- pé inicial para que cada escola de acordo com a sua realidade, registre, debata e reivindique coletivamente, benefícios que tragam qualidade de vida para todos: Escola e comunidade.
Até lá!
LÙCIA SANTOS - SECRETARIA DE MEIO AMBIENTE E TURISMO 

OBS: No próximo informativo estaremos divulgando fotos deste trabalho que será realizado nas escolas .

 

 

 

Meio ambiente - Ecologia

A Folha, a Prefeitura Municipal e o Colégio Estadual Santa Barbara de Adrianópolis juntaram forças para promover o movimento da ong (organização não governamental) WWF contra o aquecimento global.

Ás exatas 20h30 do sábado(27), todas as luzes da praça central Antônio Dias Agibert, que recebeu iluminação nova este ano, foram apagadas até as 21h30, coforme o programado pela ong.

A Praça central de Adrianópolis antes e durante a Hora do Planeta


A Hora do Planeta, movimento mundialmente conhecido, promove uma mobilização mundial para alertar nossos líderes mundiais de que toda a população quer ações, medidas e acordos sobre o aquecimento desenfreiado do planeta, o que causa desastres e distúrbios naturais.

Meio ambiente - Ecologia

60 - Hora do PlanetaNo sábado, 27 de março, entre 20h30 e 21h30 (hora de Brasília), o Brasil participa oficialmente da Hora do Planeta. Das moradias mais simples aos maiores monumentos, as luzes serão apagadas por uma hora, para mostrar aos líderes mundiais nossa preocupação com o aquecimento global.

A Hora do Planeta começou em 2007, apenas em Sidney, na Austrália. Em 2008, 371 cidades participaram. No ano passado, quando o Brasil participou pela primeira vez, o movimento superou todas as expectativas. Centenas de milhões de pessoas em mais de 4 mil cidades de 88 países apagaram as luzes. Monumentos e locais simbólicos, como a Torre Eiffel, o Coliseu e a Times Square, além do Cristo Redentor, o Congresso Nacional e outros ficaram uma hora no escuro. Além disso, artistas, atletas e apresentadores famosos ajudaram voluntariamente na campanha de mobilização.

Meio ambiente - Ecologia

Desde os primórdios da humanidade, o homem sempre se estabeleceu em locais próximos aos rios e mares, para garantir seu sustento através da agricultura assim como o suprimento de suas necessidades vitais. A história do Egito faz uma excelente demonstração desse fato, quando os homens, às margens do rio Nilo, fizeram os primeiros aglomerados humanos e construíram as primeiras cidades do mundo. Com essa observação, independente de qualquer outra conotação, já notamos o quanto o homem era e é dependente da água.
Com o passar dos anos, a evolução da humanidade, o aumento populacional e a falta da real compreensão sobre ao uso indiscriminado da água ou ainda, a falta de percepção de que essa água poderia ser finita, a água passou a ser tratada sem mais cuidados, sendo poluída e desperdiçada. Por esses motivos, perante a notória visibilidade sobre sua futura escassez, a ONU – Organização das Nações Unidas criou, em 22 de março de 1992,  o Dia Mundial da Água,  para promover discussões acerca da consciência do homem em relação à mesma, promovendo e divulgando cuidados e procedimentos para cuidar desse bem, necessário e finito.

Em dez de dezembro de 2002, o senado brasileiro aprovou o dia nacional da água através do projeto de lei do deputado Sérgio Novais (PSB-CE). O texto destaca que esse deverá “oferecer à sociedade brasileira a oportunidade e o estímulo para o debate dos problemas e a busca de soluções relacionadas ao uso e à conservação dos recursos hídricos.” A preocupação surgiu através dos grandes índices de poluição ambiental do planeta, envolvendo a qualidade da água que consumimos. A ONU elaborou um documento com medidas cautelosas a favor desse bem natural, trazendo também informações para garantir a cultura de preservação ambiental, a consciência ecológica em relação à água.

Últimos comentários

Politica de privacidade | Termos & condições | Institucional | Projetos Sociais | Trabalhe conosco | Anuncie aqui | Contato