An error occured during parsing XML data. Please try again.
previsão completa >>
Comunidade do Orkut Twitter Facebook Vimeo YouTube Feed RSS 2.0 Cadastre seu e-mail para receber nossas últimas notícias

Utilidade pública

Vida e cidadania - Utilidade pública

Adrianópolis  agradece de coração aos alunos do Grêmio Estudantil do Colégio Severo de Tunas do PR pela belíssima atitude de solidariedade na Campanha pelos atingidos da enchente. Deus abençoe a todos que colaboraram com a Campanha. Tenham a certeza de que as doações já foram encaminhadas aos que mais necessitavam neste mommento da solidariedade de todos e muitode forma especial deste município.Nosso muito obrigado aos articuladores.

 

 

Vida e cidadania - Utilidade pública

Para acabar com a incerteza que cerca a nomeação dos aprovados em concursos no país, o Senado poderá examinar, no próximo semestre, o PLS 154/11, do senador Rodrigo Rollemberg (PSB-DF), que torna obrigatória nomeação de candidato aprovado em concurso público para provimento de cargos ou empregos públicos da União dentro das vagas previstas no edital.

O objetivo é assegurar os direitos dos aprovados, obrigando a administração pública a preencher, durante o período de validade do concurso, pelo menos todas as vagas previstas no edital.

Na prática, o projeto regulamenta entendimento do Superior Tribunal de Justiça (STJ), que já tomou várias decisões assegurando a nomeação de candidato aprovado dentro do número de vagas.

Conforme o parlamentar, o projeto busca corrigir essa distorção, concedendo aos candidatos classificados não apenas a expectativa de direito, mas o direito efetivo à nomeação.

Não é moral, razoável ou justo que o Poder Público publique edital de concurso público, provocando a mobilização de dezenas ou mesmo centenas de milhares de candidatos que, uma vez aprovados e classificados dentro do número de vagas expressamente estabelecido no edital, veem seus esforços frustrados pela omissão do Poder Público em nomeá-los, argumenta o senador na proposta.

O projeto também veda a realização de concursos públicos exclusivamente para a formação de cadastro de reserva nos quais não haveria previsão do número de vagas colocadas em disputa.

A proposta determina ainda que o número de vagas colocadas em disputa reflita as efetivas necessidades do serviço, de forma a promover a racionalidade na gestão de pessoal da administração e resguardar o interesse público.

A matéria será examinada pela Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ), onde aguarda designação do relator.

PEC

A proposta do senador Rodrigo Rollemberg é a mais recente dentre todas as matérias sobre esse tema em tramitação no Senado. Ela se junta a outras medidas apresentadas por parlamentares como a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 48/04 - desarquivada no início desta legislatura a pedido do senador Paulo Paim (PT-RS) - e a PEC 22/11, encabeçada pelo senador Wellington Dias (PT-PI).

A primeira propõe a alteração do artigo 37 da Carta Magna para garantir o direito absoluto à nomeação e a investidura no cargo, pelo candidato aprovado no concurso público. Já a segunda sugere que a legislação seja alterada para que, no caso de suspensão de contratações de servidores, seja suspensa também a contagem do prazo de validade dos concursos públicos. Ambas também aguardam designação de relator na CCJ.

Rodrigo Baptista / Agência Senado

fonte:  site www.jurisway.org.br.

 

Vida e cidadania - Utilidade pública

Adrianópolis e Ribeira estão cercadas por lindos rios e cachoeiras que acaba sendo mais que um cartão postal, mas também um atrativo turístico de lazer, mas essas duas cidades também enfrentam números consideravelmente altos de morte por afogamento. Recentemente tivemos três perdas em rios das duas cidades, em um curto espaço de tempo, e isso tende a se agravar no clima quente do verão, que atrai os turistas e munícipes para as águas dos rios.

Crianças costumam a ir aos rios em grupo, brincam, se agarram, pulam de arvores até o rio, nadam até o fundo. Adultos além de fazerem tudo isso ainda misturam álcool nesta lista. Cuidado nunca é demais, e cuidado extra acaba sendo necessário quando estamos falando de rios com correntezas que podem ser mais fortes que um homem adulto.

Em busca de rios e cachoeiras para se refrescar do calor, banhistas não se importam de entrar no mato e atravessar trilhas para chegar á margem dos rios. As lagoas, cachoeiras, praias e os rios podem proporcionar agradáveis momentos de lazer e  trazer o alívio num dia de calor. Porém, alguns cuidados são importantes para que incidentes não ocorram.

Engana-se quem pensa que um grande volume de água é necessário para que haja o afogamento, uma quantidade pequena pode ser a causa de afogamento, pois geralmente ele acontece muito rápido e de forma silenciosa.

Entre jovens e adultos os afogamentos são causados principalmente por ingestão de remédios ou bebidas alcoólicas antes de nadar, vítimas de trauma (bater a cabeça em algo maciço por ter saltado de alguma elevação para dentro d’água), acidentes com embarcações, desconhecimento do local de mergulho, excesso de confiança e exaustão de nadadores.

O soldado do Corpo de Bombeiros Eliezer Bernardo do Nascimento explica que mesmo sabendo nadar, as pessoas não dão importância para os perigos que podem existir em um rio. E aponta que uma das principais causas registradas de afogamento, ainda é o uso de bebida alcoólica. “As pessoas bebem e perdem a noção do perigo, nadam em locais fundos e na maioria das vezes não conseguem realizar a travessia”, comenta Nascimento.

A preocupação dos bombeiros é também com relação às crianças. “Os pais tem a obrigação de colocar boias em seus filhos. Qualquer descuido poderá gerar um afogamento”, frisa o soldado. O corpo de bombeiros alerta que mesmo rios e riachos aparentemente tranquilos podem oferecer perigo e riscos de morte por afogamento.

Dicas para evitar acidentes em rios:

- Evitar nadar sozinho;
- Não tomar bebida alcoólica antes de entrar na água;
- Não imergir em água após lanches e refeições;
- Não afastar da margem;
- Não salte de locais elevados para dentro da água;
- Não tente salvar pessoas em afogamento sem estar devidamente habilitado;
- Prefira lançar objetos flutuantes (bolas, boias, isopores, madeiras, pranchas e outros) ou então corda para salvar pessoas ao invés da ação corpo a corpo;
(Quando alguém está se afogando, ela tende a se debater muito, e não raciocina direito, por isso pancadas, as vezes mais fortes que a pessoa jamais fora capaz, podem fazer com que a pessoa que esta tentando se salvar acabe se afogando também.)
- Não deixar crianças sozinhas, sem a presença de um adulto responsável;
- Evite brincadeiras de mau gosto como os conhecidos “caldos”;
- Tomar cuidado em caminhar sobre as superfícies rochosas, pois podem estar escorregadias e a pessoa cair e/ou se cortar.

Vida e cidadania - Utilidade pública

Prezados cidadãos

Prezadas cidadãs

Agradecemos a participação no Círculo de Diálogo que instituiu o NÓS PODEMOS Adrianópolis.

Você é protagonista da história do seu município e, conseqüentemente de nosso estado. Continue fazendo parte desta grande e forte corrente que vai fazer do Paraná um modelo no atingimento dos indicadores de desenvolvimento.

Organize a ação que você e seu grupo propuseram para contribuir com os ODM – Objetivos de Desenvolvimento do Milênio.

Segue a marca do Movimento em sua cidade que acompanhada da tirinha com ícones dos ODM pode ser utilizada em todas as ações de sua organização, escola, igreja, empresa, na sua festa, eventos, etc., divulgando os 8 jeitos de mudar o mundo e sensibilizando mais pessoas para o trabalho voluntário.

Você pode, o Adrianópolis pode, Nós Podemos.

Vida e cidadania - Utilidade pública

No dia 20 de novembro, sábado, será realizada uma Audiência Pública em Córrego do Franco, município de Adrianópolis, a partir das 9h, para discutir questões relacionadas às comunidades quilombolas da região. O evento é direcionado especialmente para as localidades Estreitinho, Córrego do Franco, São João e João Surá, além de Areia Branca, que pertence a Bocaiúva do Sul. A atividade integra os trabalhos que vêm sendo desenvolvidos há cerca de dois anos pelo Centro de Apoio Operacional das Promotorias de Justiça dos Direitos Constitucionais, setor do Ministério Público do Paraná que, além de outras temáticas, busca assegurar a efetivação dos direitos fundamentais das comunidades tradicionais.

Diante das dificuldades enfrentadas pelos remanescentes de quilombo na região do Vale do Ribeira, a audiência pretende ser espaço para que a população apresente reivindicações coletivas a órgãos governamentais, na tentativa de encaminhar propostas para a resolução dos problemas.  Entre as participações previstas estão representantes do Ministério Público, Instituto Ambiental do Paraná – IAP, COPEL, Secretaria de Estado da Educação, Companhia de Habitação do Paraná (Cohapar) e Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária – INCRA.

Para o coordenador do Centro de Apoio dos Direitos Constitucionais, Marcos Bittencourt Fowler, a audiência dará visibilidade à realidade local, além de estabelecer relações mais diretas entre a população e o poder público. Outro elemento importante é fortalecimento da articulação entre as comunidades e da população quilombola: “Os moradores serão os protagonistas, pois vão ter a possibilidade de se colocar, apresentar os problemas, responder às perguntas, o que geralmente não acontece no procedimento formal de acesso à justiça”.

Osvando Morato dos Santos, descendente dos fundadores da comunidade quilombola de São João, tem a expectativa de que haja grande participação da população local, que espera avançar na garantia de direitos fundamentais: “Acho que vamos ter um bom diálogo. Serão várias comunidades conversando de perto com as autoridades do Estado”. O formato de audiência pública propicia o tratamento geral das questões, o exame dos assuntos nas suas várias dimensões e a abertura para diferentes demandas.

A data da audiência não foi escolhida por acaso: 20 de novembro é marco da consciência negra no Brasil, dia em que o líder negro Zumbi dos Palmares foi assassinado, no ano de 1695. Em resistência ao regime escravocrata, Zumbi e outros negros fugiram e formaram o Quilombo dos Palmares, na Serra da Barriga, em Alagoas. “Como as comunidades quilombolas simbolizam a resistência negra à escravidão, valorizar o 20 de novembro é fazer o resgate da origem da luta desse povo contra a opressão que historicamente lhes foi infligida”, avalia Fowler.

 

Realidade do território

O contexto em que vivem as comunidades tradicionais do Vale do Ribeira é de contradição: ao mesmo tempo em que são as responsáveis pela preservação das riquezas naturais e culturais, a proximidade com Parque Estadual das Lauráceas dificulta o acesso da população a direitos básicos.  Desde a criação da reserva ambiental, em 1979, a intervenção na floresta é proibida, por isso o projeto para a implantação de rede elétrica está parado devido a restrições de órgãos ambientais. Também é vedada a construção de estradas, o que obriga os moradores quilombolas a procurarem os serviços públicos, com saúde e educação, no estado de São Paulo, em Barra do Turvo, e não em Adrianópolis e Bocaiúva do Sul, municípios paranaenses dos quais fazem parte.

A maior parte das dificuldades enfrentadas pelas comunidades é em decorrência do isolamento geográfico, que foi intensificado com a criação do parque. A carência em algumas áreas se reflete nos baixos Índices de Desenvolvimento Humano (IDH) da região: Adrianópolis possui IDH de 0, 683, ocupando a posição 374 no Ranking Estadual do índice. Em condições um pouco melhores, Bocaiúva do Sul tem IDH de 0,719 e está na posição 276 do Ranking, segundo dados do Instituto Paranaense de Desenvolvimento Econômico e Social - IPARDES.

Vizinhança

No interior de Barra do Turvo, município paulista que faz divisa com as comunidades, a extração de madeira de reflorestamento e criação extensiva de búfalos em fazendas são paisagem recorrente, em contraste visível com as práticas de agricultura familiar das comunidades tradicionais.

Para ter acesso à estrada, os moradores da comunidade Estreitinho precisam passar por um rebanho de búfalos. Repedidos casos de ataques dos animais, especialmente às crianças, fizerem com que a maior parte das famílias se mudasse para a cidade. Já em São João, a criação de búfalos nas fazendas na região contamina a água utilizada pela população.

Outro problema presente nas cinco localidades é a redução do território original ao longo dos anos. Entre as comunidades se repetiu o relato de que na venda de lotes aos fazendeiros a “cerca sempre era maior”. “Teve fazendeiro que comprou 30 alqueires de terra, mas cercou 100, e aí nós fomos perdendo as terras. De um lado, estamos sendo espremidos pelo parque, de outro, pelos fazendeiros”, conta um morador de São João.

Últimos comentários

Politica de privacidade | Termos & condições | Institucional | Projetos Sociais | Trabalhe conosco | Anuncie aqui | Contato